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quinta-feira, 06 de dezembro de 2012

Logo oficial

 

Este é o logo oficial do filme-documentário Orgulho de Ser Brasileiro.

A arte, desenvolvida por Gabriel Felistoque, é a primeira peça de comunicação do filme e sugere um país multifacetado em culturas, povos, conceitos e opiniões, mas cujas faces e pétalas se juntam para formar o mapa do país representando a sociedade brasileira, alvo da narrativa do diretor que promove uma busca pessoal pelo sentimento do orgulho de ser do Brasil.

 

Comentários de “Logo oficial”

  1. Joel Pedroso disse:

    SORTE E SUCESSO. SE O TRAILER JÁ ARREPIA, IMAGINA O FILME. PARABÉNS!

  2. Wilber Henrique disse:

    Ilmo. Piotto,

    Sou seu fã.
    Porém, o questiono?
    Como fazer um filme com o slogam “orgulho de ser brasileiro” sem entrevistar, segundo o trailler, mais negros?
    Pelé, Milton Gonçalves, Milton Nascimento, Lazaro Ramos e entre outros.
    Não ficou uma visão distorcida. Baseio-me na pergunta que você fez a Gerald Tomas?

    Tudo bem, assistirei e reafirmo que sou seu fã.

    Abraços e sucesso

    Wilber Henrique – Belo Horizonte

    • Orgulho Brasileiro disse:

      Wilber
      Antes de tudo, obrigado pela sua mensagem e será um prazer que assista ao filme. Ao ver o documentário por inteiro terá a possibilidade de entender o todo. Aguarde, por favor.
      No mais, permita-me:
      Quando fiz o filme, não dividi a sociedade brasileira em raças ou cores, credos, etc.
      Dividi por assuntos que eu queria tratar e quem já tinha se manifestado de forma intensa e que se mostrou disposto a discutir o assunto com a honestidade intelectual que pretendia.
      Os entrevistados todos que estão ali me deram isso de forma brilhante.
      Por isso, sobre a questão das células-tronco, não há referência maior que a doutora Mayana Zatz. Daí, a escolha dela sem que me importasse a origem, a cor, a religião dela, etc.
      Por isso, Romero, Parreira, Romano, Gerald, Max e Simoninha e todos os demais que estão lá porque fiquei convencido que eles eram as melhores pessoas que poderiam falar dos temas que escolhi.
      Ferréz, por exemplo, faz menção a questão das cotas. É branco, morador da periferia de São Paulo, escritor e toca no assunto de forma única. O fato de ser branco é detalhe, de ser da periferia ou escritor, é detalhe . O que me levou ao Ferréz é porque eu já o tinha visto falar do assunto de forma maior. E embora o filme não seja sobre programas afirmativos, o assunto está lá porque era um assunto que eu queria que lá estivesse.
      E a definição dos entrevistados se deu de duas formas principais: a escolha deste diretor, o acesso e a aceitação dos convidados. Precisava haver essa sintonia. Pelé, Gilberto Gil e outros não aceitaram. Outros não tive acesso.
      Mas o filme não podia parar. Não parou e a discussão sobre ser brasileiro, verá, está muito além dessa divisão de cor, raça.
      Os 16 entrevistados que estão lá, acredite, vão lhe surpreender.
      Abraços e até a exibição do filme.
      Adalberto Piotto

  3. Edmar Assis disse:

    Parabéns, Adalberto e seja bem vindo ao Espaço da Cultura de Rio das Pedras

    • Orgulho Brasileiro disse:

      Edmar, será um prazer incentivar o debate por um país mais justo e um brasileiro mais consciente. O meu filme está à disposição. Abraços, Adalberto Piotto

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